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Dia dos Namorados: O amor pode ser encontrado nos transportes metropolitanos

Cristiane e Wagner, passageiros do Metrô, e Erika e Marcos, colaboradores da CPTM, mostram que o amor também pode ser...

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Cristiane e Wagner, passageiros do Metrô, e Erika e Marcos, colaboradores da CPTM, mostram que o amor também pode ser construído nos trilhos

São Paulo -b Em celebração ao Dia dos Namorados, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) reuniu histórias de funcionários e passageiros da CPTM e do Metrô que provam: uma estação pode ser o cenário perfeito para o primeiro encontro, e a pessoa amada pode ser aquela que divide com você o mesmo ambiente de trabalho.

Afinal, o amor também está nos transportes sobre trilhos, que já serviram de cenário para álbuns de casamento e até para a flechinha do cupido no expediente. Conheça a seguir as histórias de Cristiane e Wagner e de Erika e Marcos.

O primeiro encontro no Metrô que resultou em um casamento de 16 anos

Cristiane Leão da Silva e Wagner Bernardo estão casados há 16 anos e têm o Metrô como marco fundamental do relacionamento. Em 2008, ainda na faculdade, uma amiga de Cristiane sugeriu que ela conhecesse Wagner. Eles conversaram por mensagens durante uma semana e marcaram o primeiro encontro em uma estação de metrô.

As estações seguiram como ponto de encontro durante o namoro, facilitando a rotina dos dois que moravam em pontos opostos da cidade. Quase dois anos depois, enquanto planejavam o casamento, surgiu a dúvida sobre onde fazer as fotos do álbum. Em uma conversa, pensaram em realizar o ensaio no Metrô, mas Wagner achou que seria impossível. Cris se sentiu desafiada e decidiu tentar, enviou um e-mail à companhia e foi prontamente atendida.


“Após a cerimônia, fomos direto para a estação. Quando chegamos, dois seguranças já nos esperavam com bilhetes de acesso ao sistema. Eles nos levaram a locais que nunca tínhamos visto, viajamos de uma estação a outra e fotografamos em corredores com o trem ao fundo”, relembra Cristiane.

Quando contam que escolheram o Metrô para o álbum de casamento, as pessoas se surpreendem. Para o casal, o sistema é uma referência da cidade. “São Paulo sem Metrô não é São Paulo”, define Wagner.

Quando os opostos realmente se atraem

Erika Daniel Alves Ferreira, Supervisora Geral de Estações, conta que, há 17 anos, após o fim de um relacionamento, estabeleceu algumas “regras” para o próximo: “não podia ser ferroviário e nem segurança”. E por ironia do destino: um colega de trabalho articulou para que ela conhecesse Marcos Rogério Gazito, que hoje é Supervisor Geral de Segurança.

Erika Daniel Alves Ferreira e Marcos Rogério Gazito

Mesmo com as diferenças – enquanto um curtia rock, o outro preferia sertanejo – e com pessoas ao redor duvidando que daria certo, o casal está junto há 17 anos e casados há quase 14. No início, foi preciso adaptar rotinas e escalas para conseguirem se ver. Mas, apesar de improvável, o amor uniu os dois, que hoje formam uma família sólida.

Essas histórias mostram que o transporte metropolitano é muito mais do que um meio de deslocamento, é um espaço de encontros, conexões e memórias. Nos trilhos da CPTM e do Metrô, vidas se cruzam todos os dias, e o inesperado pode acontecer: um olhar, um sorriso, uma conversa que muda o rumo de uma vida.

Imprensa STM

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