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Com café do Circuito das Águas, agro de São Paulo soma 11 Indicações Geográficas reconhecidas pelo INPI

CATI lança hoje terça-feira (9), publicação técnica que visa fortalecer o reconhecimento de IGs no estado O estado de São...

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CATI lança hoje terça-feira (9), publicação técnica que visa fortalecer o reconhecimento de IGs no estado

O estado de São Paulo mais do que dobrou o número de Indicações Geográficas (IGs) reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) nos últimos três anos. Em 2023, o estado contava com sete certificações; atualmente, já são 15, sendo 11 delas diretamente ligadas ao agronegócio.

A conquista mais recente é a Indicação de Procedência (IP) dos cafés produzidos no Circuito das Águas Paulista. A região abrange nove municípios:

  • Águas de Lindóia
  • Amparo
  • Holambra
  • Jaguariúna
  • Lindóia
  • Monte Alegre do Sul
  • Pedreira
  • Serra Negra
  • Socorro

Apoio no campo e lançamento de e-book

Parte expressiva desse crescimento se deve às ações de extensão rural da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI). O órgão apoia produtores e organizações locais na estruturação e no fortalecimento das cadeias produtivas com potencial de reconhecimento.

Para intensificar esse trabalho, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), por meio da CATI, lança hoje (9) o e-book “CATI Responde 67 – Indicação Geográfica: Valorização de produtos e serviços com qualidade e identidade cultural”.

Onde baixar: A publicação é gratuita e está disponível para download no site oficial da CATI.

O material é direcionado a produtores rurais, associações e cooperativas que possuem produtos ou serviços com forte identidade local ou características diferenciadas ligadas ao território e ao “saber-fazer” — elementos essenciais para obter o registro do INPI.

Entenda a diferença: IP vs. DO

Os selos de Indicação Geográfica se dividem em duas categorias. Segundo a socióloga Marcia Moraes, integrante da Comissão de Indicação Geográfica da CATI, esses selos agregam valor e melhoram o posicionamento dos produtos no mercado:

  • Indicação de Procedência (IP): Reconhece o nome de um país, cidade ou região que se tornou conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto.
  • Denominação de Origem (DO): Vai além da fama e exige que as características e qualidades do produto sejam essencialmente ou exclusivamente atribuídas ao meio geográfico (fatores naturais e humanos).

De acordo com a Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Circuito das Águas Paulista (Acecap), responsável pela nova IG, o registro atual de IP poderá, no futuro, ser convertido em Denominação de Origem (DO) após a realização de estudos específicos e o cumprimento das normas legais.

A atuação da CATI

“No processo de obtenção de uma Indicação Geográfica, a SAA/CATI atua em duas frentes: orientações na organização da produção/serviços (fase de preparação da documentação necessária para o pedido de análise) e análise dos documentos com expedição do Instrumento Oficial de Delimitação Geográfica. As fases posteriores são efetuadas pelo INPI”, explica Marcia Moraes.

Panorama das IGs no Agro Paulista

Até o final de maio de 2026, o Brasil contabilizava 173 IGs (130 Indicações de Procedência e 43 Denominações de Origem). No cenário paulista, o agronegócio lidera o ranking de selos. Veja a lista completa das certificações do agro no estado:

Região / Produto

Tipo de Produto

Alta Mogiana

Café

Circuito das Águas Paulista

Café

Jundiahy

Uva niagara rosada

Nova Alta Paulista

Café

Região de Garça

Café

Região de Pinhal

Café

Torrinha

Café

Vale da Grama

Café

Vale do Paraíba

Mel e própolis

Vale do Ribeira

Palmito pupunha

Vale do Ribeira

Banana Cavendish e Prata

As outras quatro IGs do estado pertencem ao setor de Indústria e Artesanato: Birigui (calçado infantil), Franca (calçados), Porto Ferreira (cerâmica artística) e Taubaté (figuras modeladas em argila).

(Nota ao editor: Insira aqui o link de redirecionamento para o download do e-book no site da CATI).

As outras quatro IGs do estado são de Birigui (calçado infantil), Franca (calçados), Porto Ferreira (cerâmica artística) e Taubaté (figuras modeladas em argila).

Para baixar o “CATI Responde 67 – Indicação Geográfica: Valorização de produtos e serviços com qualidade e identidade cultural”, clique aqui.

Por Redação – Fonte: Juan Piva – Assessoria de Impresa- Comunicação Rural-

Com café do Circuito das Águas, agro de São Paulo soma 11 Indicações Geográficas reconhecidas pelo INPI

Nesta terça-feira (9), CATI lança publicação técnica que visa fortalecer o reconhecimento de IGs no estado

São Paulo mais do que dobrou o número de Indicações Geográficas (IGs) reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) nos últimos três anos. Em 2023, eram sete certificações; atualmente, o estado conta com 15, sendo 11 relacionadas ao agro. A mais recente delas foi a Indicação de Procedência (IP) dos cafés produzidos no Circuito das Águas Paulista, região que abrange os municípios de Águas de Lindóia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Serra Negra e Socorro.

Parte desse aumento no número de IGs é creditado às ações de extensão rural da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), que apoia produtores e organizações locais na estruturação e no fortalecimento de cadeias produtivas com potencial para reconhecimento. Visando fortalecer ainda mais esse trabalho, o órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) lança hoje (9) o e-book “CATI Responde 67”.

Disponível para download gratuito no site da CATI, a publicação “Indicação Geográfica: Valorização de produtos e serviços com qualidade e identidade cultural” é direcionada a produtores rurais, associações e cooperativas de produtos ou serviços que possuem forte identidade local/regional ou características diferenciadas associadas ao território ou ao “saber-fazer”. Esses pontos são essenciais para a obtenção do registro de IG por IP ou Denominação de Origem (DO).

A IP de uma Indicação Geográfica reconhece o nome de um país, cidade, região ou localidade que se tornou conhecido como centro de produção, fabricação ou extração de determinado produto. Já a DO vai além e exige que as características e qualidades do produto sejam essencialmente ou exclusivamente atribuídas ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.

De acordo com a Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Circuito das Águas Paulista (Acecap), responsável pela IG da região, seu registro pode ser futuramente convertido em Denominação de Origem, após estudos específicos e cumprimento das exigências legais e normativas.

Segundo a socióloga Marcia Moraes, que integra a Comissão de Indicação Geográfica da CATI, esses selos agregam valor e contribuem com um melhor posicionamento no mercado.

“No processo de obtenção de uma Indicação Geográfica, a SAA/CATI atua em duas frentes: orientações na organização da produção/serviços, fase de preparação da documentação necessária para o pedido de análise; e análise dos documentos e expedição do Instrumento Oficial de Delimitação Geográfica. As fases posteriores são efetuadas pelo INPI”, informa Marcia.

IGs do agro paulista

Até 26 de maio de 2026, o Brasil contabilizava 173 IGs, somando 130 IPs – 129 nacionais e uma estrangeira – e 43 DOs, sendo 33 nacionais e dez estrangeiras. Abaixo, confira a lista dos selos relacionados ao agronegócio paulista:

As outras quatro IGs do estado são de Birigui (calçado infantil), Franca (calçados), Porto Ferreira (cerâmica artística) e Taubaté (figuras modeladas em argila).

Para baixar o “CATI Responde 67 – Indicação Geográfica: Valorização de produtos e serviços com qualidade e identidade cultural”, clique aqui.

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