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Milagre de Dar a Vida: A Força Universal da Palavra Mãe

“A palavra ‘mãe’ é uma combinação de biologia, fonética infantil e milênios de evolução, mantendo-se fiel à sua essência de...

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“A palavra ‘mãe’ é uma combinação de biologia, fonética infantil e milênios de evolução, mantendo-se fiel à sua essência de ser o primeiro som do ser humano.”

A divindade do milagre de dar a vida reside no poder quase sagrado da mulher de gerar um novo ser. Esse elo estabelece uma comunicação única entre o bebê e sua protetora, consolidada em um nome de força incomensurável, tanto na sonoridade quanto no significado: Mãe.

A Biologia do Som Linguistas descrito por Roman Jakobson, Ele é mundialmente conhecido por desenvolver a teoria das seis funções da linguagem (emotiva, conativa, referencial, fática, metalinguística e poética) baseadas nos elementos da comunicação – sugerem que o som /m/ é universal para “mãe” por ser o murmúrio nasal que o bebê consegue emitir enquanto está com a boca ocupada no mamilo ou na mamadeira. É um som intrinsecamente ligado à satisfação, ao alimento e à proximidade física inicial. Assim, a palavra “mãe” revela-se uma combinação de biologia, fonética infantil e milênios de evolução, mantendo-se fiel à essência de ser o “primeiro som” dirigido àquela que provê a existência da vida.

O “Projeto” da Vida – Este milagre, que une os conceitos de Mãe e Vida, carrega magias em todos os sentidos. No campo da fé, podemos dizer que o Criador, ao desenhar o “projeto” mãe como responsável por povoar o planeta, concedeu a ela o poder da luz e a função de guardiã. Essa proteção se manifesta desde a fecundação e perdura por toda a jornada.

Uma mãe traz consigo a intuição do cuidado que ignora o passar dos anos. Não importa a idade do filho — mesmo que ele já tenha sua própria família e tenha criado asas para o mundo —, ela continuará lá, em oração e zelo.

Neste Dia das Mães, próximo dia 10 de maio, o convite vai além da celebração; é uma convocação à reflexão sobre como estamos olhando para as nossas mães.

  • Estamos compreendendo e valorizando sua importância real?
  • Temos paciência com o avançar da idade?

Com o tempo, o corpo se torna frágil e a mente pode perder a agilidade de outrora, trazendo o esquecimento ou o temperamento difícil. Nestas horas, é comum que os filhos percam a paciência, esquecendo-se de que, quando eram bebês, foram essas mesmas mulheres que abdicaram de inúmeras noites de sono para vigiá-los e suprir suas necessidades.

Muito Além do Presente Nesta data especial, não basta apenas o almoço festivo ou o presente material. O que elas esperam de nós é algo muito mais simples e, ao mesmo tempo, mais valioso:

  1. Paciência para ouvir suas histórias repetidas.
  2. Compreensão com suas limitações físicas e mentais.
  3. Afeto através de um abraço que transmita segurança.

Elas precisam sentir que ainda são amadas e que não são um “incômodo”. Afinal, se não fosse por esse milagre feminino e sua entrega absoluta, nenhum de nós estaria aqui para contemplar este mundo.

Claro que estamos falando aqui de mães que já carregam a bagagem do tempo, mas a lembrança do poder de ser mãe surge para todas elas: mães solteiras, mães solo, mães jovens… Afinal, aquele ditado que diz que “quando nasce um bebê, nasce também uma mãe” é a mais pura verdade.

Ser mãe é um milagre. Deus, em Sua criação, já escreveu tudo com perfeição: independentemente da idade, a mulher carrega consigo o dom divino de cuidar e proteger seu bebê — aquela pequena vida cujo futuro pode ser incrível, desde que construído sobre esse alicerce materno e divino. A responsabilidade de ser MÃE – é algo indescritível.

“Esta homenagem é dedicada a todos os tipos de mãe. O importante nesta data é celebrar o amor incondicional, seja ele biológico, adotivo, de coração, avó-mãe ou ‘pãe’. É o momento de reconhecer a guerreira, a doce, a protetora; aquela que guia e cuida com ternura. A cada mãe, com seu jeito único, o nosso reconhecimento eterno.”

Meus mais profundo carinho e respeito a todas elas e também aos “pães”

Por Ivonete Schmitz

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