Onze dos 32 municípios da região já responderam ao levantamento, que segue aberto até 31 de agosto
A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) reforça o convite às prefeituras da região de Itapeva para participação na segunda edição da Pesquisa Estadual de Bem-estar Animal. O levantamento do Governo de São Paulo reúne informações sobre políticas, serviços e estruturas municipais voltados à proteção e ao cuidado com cães e gatos. O prazo para preenchimento termina em 31 de agosto.
Até o momento, 11 dos 32 municípios da região já responderam à pesquisa, o que representa 34,4% de participação. No Estado, 224 dos 645 municípios paulistas já participaram do levantamento, alcançando 34,7% de adesão. A Semil busca ampliar a participação municipal para construir um diagnóstico mais abrangente sobre a realidade do bem-estar animal e contribuir para o aprimoramento das políticas públicas na área.
“A participação dos municípios é fundamental para que o Estado conheça de forma mais precisa as realidades locais e possa planejar políticas públicas cada vez mais efetivas de proteção e bem-estar animal. Ao responder à pesquisa, as prefeituras contribuem diretamente para a construção de um diagnóstico amplo, que valoriza as iniciativas já existentes e ajuda a identificar onde ainda é preciso avançar. A Semil convida os municípios que ainda não participaram a integrar esse movimento até o dia 31 de agosto”, afirma Karen Camargo, diretora de Bem-estar Animal da Semil.
A pesquisa deve ser respondida pelas prefeituras. Os dados obtidos vão ajudar a Semil a conhecer as diferentes realidades dos municípios paulistas e a identificar iniciativas, estruturas e necessidades relacionadas à área.
A participação deve ser feita por meio do formulário disponibilizado pela Semil: Link .
Diagnóstico
A primeira edição da Pesquisa Estadual de Bem-estar Animal foi realizada em 2024 e contou com a participação de 151 municípios de diferentes regiões do Estado. O levantamento identificou que 62,3% das cidades participantes ofereciam serviços permanentes de castração e que cerca de 75% contavam com médicos-veterinários que atuavam diretamente no atendimento de cães e gatos.
A pesquisa também apontou a ocorrência de casos de acumulação de animais em 45% dos municípios respondentes. Além disso, 42,3% informaram já ter realizado levantamentos sobre a população de animais domiciliados, enquanto apenas 24,5% haviam promovido estudos sobre a população de cães e gatos em situação de rua.


